Andrômeda




Uma aventura de FATE Acelerado
- por Filipe L. Dias

No QJRPGde março aproveitei para sair da posição de mestre e ocupar a cadeira de jogador. É sempre bom trocar o lado do escudo de vez em quando.

Joguei uma aventura de FATE Acelerado, intitulada Andrômeda. A ideia era que estávamos em busca de uma joia de imenso poder, capaz de criar um buraco negro. Erámos caçadores de recompensas, mas cada personagem tinha objetivos escusos. Já começamos debaixo de intenso fogo inimigo, cercados em uma base planetária.

Faltando um pouco do FATE Acelerado, fiquei surpreso. A dinâmica do jogo foca na interpretação e na criatividade. Algo que me desconcertou nesses 20 anos de RPG. Por ser simples e direto, fiquei um pouco acanhado para explorar todas as possibilidades da personagem. Tem que se soltar dos velhos vícios. Creio que jogadores novatos se darão melhor de inicio.

A ficha de personagem é simples.  Os personagens possuem características que podemos dizer como alta, média e baixa. Assim, todos os personagens nascem equilibrados. Além disso, existem as características e as façanhas que cada personagem pode fazer. Gasta cerca de 10 min para se criar um PC.


Guto Assis, Pedro Malta, José Eugênio Assis e eu prestigiamos a mesa do mestre Alan Silva. Sim, o mesmo cara que desenvolveu Cachorros Samurais. O cara está de parabéns. Foram hora de diversão e muita tensão. Pena que não deu tempo para terminar os três atos da aventura. Quem sabe no próximo evento?

Em breve a aventura será publicada e todos poderão jogar.

4 comentários:

  1. Um sistema para aqueles que querem fugir de muitas regras ou para novatos buscando aprender algo menos rígido ( AKA gurps), eu presenciei uma parte da aventura no evento e confesso que fiquei meio perdido no começo, mas logo que você intende a logica do jogo, que subsistiu a jogada de dados por interpretação e criatividade em cada nova situação, o jogo tende a fluir melhor.

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    1. Esperemos para jogar a edição final da aventura. Quanto a dinâmica, tudo é costume e aprendizado.

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  2. Curto muito RPGs de narrativa compartilhada! Venho acompanhando esta onda desde o RPG do Barão de Münchaussen, e cada vez surgem jogos mais bacanas!

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    1. José, acredito que o FATE não é um RPG de narrativa compartilhada como o Violentina. é um clássico RPG, só que mais livre. A figura do mestre é central como em outros RPGs.

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