Ave Fenix!

Quem é vivo sempre aparece!
(por Filipe Dias)


Aveeeee Feeeeeenix!

Quem se lembra do Fenix em os “Cavaleiros do Zodiaco”? O cara tinha o poder de ressurgir dos mortos como a lenda da Fenix. Bem, por que estamos falando isso? Simples, Marcelo Del Debbio, antigo escritor da Dragão Brasil e de RPGs como Tormenta, Trevas e Arkanum está na ativa.

Depois de fechar com a Redbox Editora a concessão dos direitos de publicação dos livros da Daemon, Del Debbio fará parte do grupo de escritores da RedBox.

Sinceramente, penso que é um grande ganho para o RPG nacional, sem falar para a editora que coloca em suas prateleira um autor já conhecido e RPGs que foram os responsáveis por popularizar o RPG na nossa terrinha.


Bem, sucesso à RedBox Editora e ao Marcelo Del Debbio em sua nova aventura pelas terras do Roleplaying Game! 

11 comentários:

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    1. Obrigado, meu amigo e minha amiga! Seja um seguidor do nosso blog! Será bem vindo conhecer a sua opinião!

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  2. Druida, infelizmente tenho q discordar da sua comparação. O Del Debbio tá + pra dopleganger do q pra Ikki d Fênix. Ele só vive d plagiar RPGs antigos e desconhecidos do público RPGista em geral. Aquele Sistema Daemente é uma cópia sem vergonha da regra do Call of Cthulhu. Arkanun, por sua vez, é um plágio d Ars Magika. E ele ainda tem a cara d pau d falar q a sua obra é original. Ele plagia até ele msm! Seus livros são cópias deslavadas uns dos outros, reciclando textos e ilustrações. Sem contar os seus cenários pseudo místicos e pseudo conspiracionais. Ele é o piorzinho do trio tormenta, q já não é grandes coisas na minha opnião.

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    1. José, respeito a sua opinião, mas isso não é diferente do que todo mundo faz.

      D&D está na quinta edição, e o que mudou? Pouca coisa, na essência se baseia em um rpg de classes de personagens. GURPS nem preciso dizer, as regras são tão genéricas e e tem tantas variações que quem joga GURPS, continua na fissura de jogar GURPS. Pathfider é o D&D 3.75. E por ai vai. Todos os RPGs lançados nos últimos tempos não trouxeram inovação substancial.

      De qualquer forma acho importante as pessoas darem a cara a tapa e apresentarem os seus produtos. Plagio ou não, todos os novos e velhos autores estão abastecendo o mercado com títulos e lutando para difundir o jogo.

      Agora, temos que adimitir. Devemos parabenizar o Marcelo e a turma da Dragão Brasil que foram os responsáveis na década de 90 por colocarem uma revista de RPG, em caráter nacional.

      Sem o produto deles muitos jogadores não teriam surgido. Os produtos tinham preço acessível e se dependesse da única editora na época, o RPG teria sucumbido ao Magic e outros produtos mais rentáveis.

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    2. Também respeito a sua opnião, Druida. Porém, na minha opnião, plágio não merece mérito intelectual. O único mérito do Del Debbio é financeiro. Ele é um dos poucos autores q vive exclusivamente d RPG no Brasil. E esse é o seu gd mal tb. Pois isso tornou a sua obra totalmente vinculada ao consumismo. Pra pagar suas contas, ele precisa vomitar livros e mais livros no mercado. Não tendo tempo (e nem msm conhecimento) pra fazer um trabalho + bem feito.

      Quero dizer que não sou contra reedições ou retro-clones, desde que haja originalidade, q aquela edição ou adaptação acrescente algo ao conjunto do jogo. Há uma grande diferença entre copiar e readaptar um jogo, como é o caso das várias edições do GURPS e do D&D. Assim como da readaptação do Pathfinder.

      O nosso hobby está começando a caducar pq os autores estão + interessados em vomitar clichês enlatados pra encher as burras d money do q criar algo único e novo. Eles extrapolaram a proporção saudável entre jogo e produto comercial.

      Foi o q aconteceu com a Dragão Brasil. Ela começou muito bem, eu até gostava d lê-la. Só q ai eles começaram a apostar na lógica dos enlatados, e a revista começou a decair. Até chegar ao ponto da editora "rifar" o trio tormenta, q encabeçava a revista, e botar uma equipe totalmente nova. Mas, infelizmente, os novos caras só viam o d20 na frente deles, ignorando outros jogos e sistemas. Isso, junto com a já denegrida imagem da revista ante os RPGistas, fez com q ela acabasse. Se eles tivessem apostado na originalidade, talvez a Dragão Brasil existisse até hoje.

      Mas esta é só a minha humilde opnião. Quiz aqui apenas exprimi-la, não ser o dono da razão. Seu ponto de vista, Druida, também não está errado. Ainda acho q eles fizeram mta merda, + tenho q reconhecer q foram uns dos pioneiros. O importante é aprendermos com a história pra não repetirmos os msms erros.

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    3. José, abordando um assunto interessante: viver de RPG.

      No Brasil nenhum autor vive de RPG, inclusive nosso amigo Del Debbio. Basta você olhar o site da Devir. GURPS 4d ficou apenas nos básicos. D&D tem mais títulos, mas morre com a chegada da quinta edição. Shadowrun, já entrou na quinta e morreu na 2ª edição no Brasil.

      Outros títulos como Arkanum e Tormenta e Defensores de Tóquio não conheço ninguem que joga e sua pesquisa mostrou bem!

      Enfim, a galera que está dando a cara a tapa faz muito mais por amor ao jogo do que por dinheiro. Entretanto, acredito que todas as formas de arte devem ser reconhecidas, principalmente, financeiramente!

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    4. Ele pode não viver agora, + já viveu, no seu auge. Retorno financeiro é importante sim. + não deve ser o foco, ou td se perde. Principalmente se tratando d criação intelectual.

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    5. Bem José, não posso falar sobre os honorários da pessoa, sem o contra-cheque em mãos. Entretanto concordo com a colocação que quando fazemos algo apenas visando lucro, não conseguimos passar nossa essência para a coisa. Agora, te falo. Se para cada visita ao blog, eu ganhasse 1 real, ficaria muito mais feliz no final do mês!

      Kaakakakakakakakakakaka

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Vamos torcer para que ele realize um bom trabalho, a muito não vemos grupos utilizando os cenários dele, mas a redbox tem apresentado bons trabalhos, esperamos que ele some.

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    1. Ethernalys, esperamos também. Essa é a ideia. precisamos desenvolver um mercado forte de jogos brasileiros.

      Me lembro da conversa que tivemos sobre a função da Associação Ethernalys BH em incentivar o RPG brasileiro.

      Bem, Del Debbio foi um dos pioneiros e Tormenta pelo que acompanho tem grande aceitação.

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