Hammerblood – Cap. XIII – Ouro de tolo

Dos orifícios, que eram a boca das caveiras esculpidas na rocha, voaram virotes mortais. Nihill levou uma flechada no crânio, mas o elmo amorteceu o impacto. Araor sofreu duas flechadas no peito, mas também graças à armadura, elas penetraram pouco a sua carne. Entretanto, Colossos e Blaidd tiveram pouquíssima sorte. Uma flecha cravou fundo nas costas de Colossos e duas atingiram as pernas de Blaidd que desmaiou de dor.


Após as flechas pararem de voar pelo aposento, um espírito de caveira saiu de cada oratório. A luta contra as entidades mágicas foi dura. Seu toque enregelante formigava a alma dos aventureiros e dilaceravam sua força de vontade.

Tomando as rédeas do combate, os aventureiros começaram a atacar os espíritos. Suas armas pareciam não fazer efeito, mas deu tempo para que Rydell retirasse Blaidd do meio da batalha. Então, Elster a curou e ela despertou!

Passados alguns segundos, Blaidd, agora em pé, correu até o tumulo aberto por Colossos e Nihill. “Há uma espada aqui!” – ela gritou. Rydell correu e a empunhou. Algum efeito mágico sobre os espíritos essa espada tinha, pois ao atacar com ela, os espíritos pareciam sofrer mais com os golpes. Nesse momento, Araor passou a utilizar suas mágicas de ar, e percebeu que os espíritos eram fracos a essa magia.

Enquanto Araor e Rydell terminavam de destruir os espíritos, os outros aventureiros destruíram os crânios que ainda estavam intactos nos oratórios. Após a batalha, investigaram o túmulo e encontraram, sob o cadáver apodrecido, cerca de dez mil moedas de ouro já bastante atacadas pelo tempo.Mas ouro não oxida! Era cobre; quem sabe algum colecionador, ou, na forja elas poderiam voltar a ganhar o brilho de outrora! (por F.L.Dias)

4 comentários:

  1. Foi esta minha impressão... de qualquer forma, rendeu uma cena muito interessante!

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  2. nossa , depois de tudo isso não era ouro .

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  3. Javo, o caminho do herói muitas vezes é duro!

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